O leitor, certamente, lembrará de outros foras de série, como Oscar, que honraram a rotina de atleta. Da dupla Zico e Roberto, que fez do treino coletivo o aquecimento para o desenvolvimento de suas habilidades individuais, a Ayrton Senna, que, sentado num cockpit, desafiou os limites da velocidade no confronto com o tempo. Mas o objetivo não é estabelecer toscas comparações ou prestar justa homenagem ao brasileiro que foi por décadas o recordista mundial de pontos, com 49.737. Destes, 1.093 anotados em Olimpíadas — outro recorde dele.



