Líderes religiosos não devem diagnosticar transtornos, mas precisam aprender a identificar sinais de risco, levar falas sobre morte a sério e encaminhar pessoas para uma avaliação profissional. A religião não pode ser usada para produzir vergonha ou rejeição, agravando sintomas. O problema não é a doutrina, mas a maneira como ela é empregada sobre uma pessoa vulnerável, sem considerar sua história, seus vínculos e seu estado emocional. Por isso, evitar danos desse tipo exige reconhecer limites.




