O modelo brasileiro de custeio depende justamente da fonte que vem sendo esvaziada. Em 2023, 53% do financiamento da Seguridade Social veio de tributos sobre a folha de salários: R$ 589,59 bilhões de um orçamento de R$ 1,12 trilhão, segundo o estudo. O restante veio de tributos sobre bens e serviços, como Cofins e PIS (R$ 382,86 bilhões), e sobre a renda, como a CSLL (R$ 148,91 bilhões).



