A medida é uma resposta à insatisfação crescente de passageiros com as tarifas “light” — modalidade criada por empresas, que muitas vezes são exclui a mala de mão da franquia gratuita. A cobrança passou a ser permitida após resolução da Anac de 2017, que extinguiu o transporte gratuito automático. Na época, o governo e as companhias alegaram que a mudança ajudaria a baratear as passagens, argumento que os deputados alegam não ter se confirmado.




