A IA pode parecer algo totalmente digital, mas ela depende de uma estrutura muito física. Cada resposta exige computadores reais, energia e refrigeração. E toda máquina, mais cedo ou mais tarde, precisa ser substituída. Por isso, a corrida da inteligência artificial não envolve apenas criar computadores cada vez mais poderosos. Envolve também descobrir o que fazer com os antigos porque a inteligência artificial pode até morar na nuvem, mas o lixo que ela produz, não.




