As mensagens indicam a existência de pelo menos dez pontos de venda de drogas na Cidade de Deus, identificados como Vento, Vasco, Mercadinho, Amendoeira, Maraca, Bagdá, Croácia, Jarrão, Cocoricó e Fundão. Os gerentes das bocas de fumo tratam cada um delas como “firma” e os usuários de drogas como “fregueses”. “A firma que não tiver aberta ainda e tiver freguês manda vir no vento”, escreveu um traficante.



