Com oito mandados de prisão expedidos em seu nome pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Paulista é apontado em um inquérito da 93ª DP como idealizador e organizador da invasão. Para isso, teria, inclusive, recrutado criminosos dos complexos da Penha e do Alemão, além de bandidos de Volta Redonda. Todos estariam entre os traficantes armados que participaram da ação criminosa. Um dos homens de confiança do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, integrante da cúpula do CV, Paulista teria, entre suas funções no bando, a tarefa de decidir onde parte do dinheiro arrecadado pela facção criminosa com roubos, extorsões e negócios ilegais — a chamada “caixinha do CV” — seria investida para expandir os territórios do Comando Vermelho. O bandido também teria conexões com o crime em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Segundo informações divulgadas pelo Disque-Denúncia(DD), integrantes da quadrilha do traficante costumam usar fuzis com as iniciais PL, em referência a um dos apelidos de Manoel Cinquine.




