O trabalho conjunto do MPF, da Polícia Federal, da Força-Tarefa Previdenciária em Minas Gerais e do Núcleo de Inteligência Previdenciária (Nuinp/MG) identificou 457 benefícios fraudulentos. Desses, 240 continuavam ativos e eram sacados regularmente até 25 de agosto, quando a PF deflagrou a Operação Leste do Espinhaço, a maior do ano segundo o INSS. Com a suspensão dos pagamentos, o MPF estima ter evitado um prejuízo futuro de R$ 34,8 milhões.



