Em abril, a desaprovação ao governo foi a 51% e abriu a maior vantagem em relação à aprovação deste ano, de seis pontos percentuais. Desde então, a parcela daqueles com avaliação positiva voltou a subir e, em julho, chegou a ultrapassar a desaprovação numericamente, marcando 49% contra 48%. Depois, porém, a gestão voltou a ser reprovada pela maioria.




