O motivo é religioso. A República das Maldivas é um país muçulmano sunita e, por esse motivo, os exames externos de cadáveres são limitados àqueles sob investigação judicial, sendo, assim obrigatórios por força da lei. A tradição islâmica (tanto sunita quanto xiita) geralmente desaconselha a autópsia porque a religião preza pela integridade e santidade do corpo após a morte. Se o exame for estritamente necessário para salvar a vida de outra pessoa ou para identificar uma doença contagiosa que ponha a comunidade em risco, ele costuma ser aceito por líderes religiosos.



