A Assembleia Legislativa de Goiás pode conceder o Título de Cidadania Goiana à servidora pública rondoniense Maria Rosa Bravo Becerra Oliveira (processo nº 8311/26) e à jornalista brasiliense Thaís Freitas Resende (processo nº 8312/26). As proposições são de autoria do deputado Ricardo Quirino (Republicanos) e aguardam distribuição para relatoria na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).
Maria Oliveira nasceu em Costa Marques, em Rondônia, e reside em Goiânia há mais de quatro décadas. Graduada e pós-graduada em Serviço Social, a servidora pública estadual tem trajetória profissional marcada por contribuições na área.
Na justificativa, Quirino destaca o papel da servidora em iniciativas voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade social. Cita a passagem pela Prefeitura de Goiânia, com participação em programas como o de Renda Mínima, e o envolvimento na construção do Estatuto da Criança e do Adolescente.
“Sua atuação também se estende à esfera política, tendo exercido por dez anos o cargo de secretária estadual do Mulheres Republicanas em Goiás, reforçando sua contribuição na promoção da participação feminina e no fortalecimento de políticas públicas”, acrescenta o deputado.
Jornalismo esportivo
Segundo o parlamentar, o trabalho no jornalismo esportivo consolidou o nome de Thaís Freitas Resende como referência em Goiás. Natural de Brasília, ela mora em Goiânia e construiu carreira na capital. Quirino destaca o período na TV Brasil Central, “onde se firmou como uma das principais vozes da cobertura esportiva no Estado”, e a participação na primeira transmissão esportiva realizada exclusivamente por mulheres no Brasil.
“Além disso, sua atuação junto ao Goiás Esporte Clube reforça seu compromisso com o fortalecimento do esporte regional, contribuindo para a valorização das instituições esportivas goianas e para a aproximação entre clubes e torcedores”, complementa.
Caso sejam aprovados individualmente pela CCJ, os processos seguem para votação no Plenário Iris Rezende para conclusão do trâmite na Assembleia. Após aprovação em plenário, ainda será necessária a sanção do Poder Executivo para a concessão dos títulos.



