— Nós fomos bloqueadas por carros que nos cercaram. A gente conseguiu sair (do cerco) e entramos na aldeia, em uma parte que tem câmeras de segurança, porque a Neusa tem medida protetiva, eu também tenho. A Neusa acionou o programa de proteção, as escoltas chegaram. Tinha um monte de carros lá embaixo, um monte de pessoas bloqueando a rua para a gente não passar e ameaçando a gente e os indígenas. Eu estou até nervosa porque nunca passei por uma situação de ser perseguida por carros. Parecia que a gente ia ser assassinada — afirma a vereadora.



