“Confesso que fiquei pensando se, diante de tudo que aconteceu e de toda essa humilhação, deveria sentir vergonha ou qualquer coisa parecida. Posso afirmar, com todas as letras: não”, escreveu Gustavinho, ao anunciar o encerramento de seu ciclo como compositor da Vila. “A tristeza fica, porque existe sentimento, história e amor envolvidos. Hoje, também fica para mim uma reflexão: em alguns momentos, parece que Martinho, André Diniz e Evandro Bocão são maiores do que a própria instituição”, completou.




