Apesar da ferocidade das rachaduras tectônicas em diversos eventos catastróficos, como o do início do século XX, as formações estiveram calmas nos últimos 100 anos. Não é a agitação das formações que preocupa, mas sim o seu longo silêncio, sobretudo a quietude de San Andreas. O movimento diário das placas tectônicas gera pressão sobre as formações rochosas que formam as fissuras e, em algum momento, essa energia acaba liberada por meio de uma fragmentação interna, que gera um terremoto. Há um entendimento de que quanto maior o acúmulo de tensão, mais danoso pode ser o abalo sísmico, de forma que a tranquilidade das falhas acende um alerta para o que pode estar por vir.



