Não é só o coração que sofre…
Uma pergunta: Há quanto tempo você não faz um check-up médico? Se está pensando que isso é coisa para rico que tem dinheiro para esbanjar, outra pergunta:
Você tem um corpo físico?
Se sim, lamento… Isso inclui você também e o check-up anual pode salva sua vida (e sua relação amorosa) …
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Falando de problemas bem comuns… Quando alguém fala em colesterol alto ou triglicerídeos elevados, a primeira coisa que vem à cabeça é infarto, circulação, risco cardíaco.
Mas quase ninguém fala de um efeito colateral silencioso e que mexe direto com a autoestima, com o relacionamento… e com o desejo.
Sim, o que está no seu sangue pode estar interferindo na sua vida íntima.
E você pode não ter percebido ainda.
O corpo até tenta… Mas algo trava
Você não está necessariamente sem vontade.
-Mas sente menos energia.
-Menos disposição.
-Menos resposta.
Aquele entusiasmo que antes vinha fácil… agora parece que precisa ser forçado.
E aí vem a dúvida:
“Será que é idade?”
“Cansaço?”
“Problema no relacionamento?”
Às vezes… não. Às vezes é bioquímica.
O que o colesterol tem a ver com isso?
Colesterol alto e triglicerídeos elevados afetam diretamente a circulação do sangue.
E aqui está o ponto que pouca gente te explica:
circulação ruim = menor oxigenação
menor oxigenação = menor resposta do corpo
Isso vale para tudo… inclusive para as áreas mais sensíveis, aquelas, responsáveis diretamente pelos sorrisos de satisfação no dia seguinte.
No homem, pode impactar desempenho.
Na mulher, pode reduzir sensibilidade e resposta.
Mas o efeito vai além do físico.
Quando o corpo desacelera, a mente acompanha
Você começa a evitar.
A adiar.
A não se sentir na mesma sintonia.
E isso, aos poucos, vai criando distância.
Não por falta de sentimento
mas por falta de energia.
E esse tipo de desgaste é silencioso.
Não gera briga imediata…
mas vai esfriando tudo.
O erro mais comum (e perigoso)
A maioria das pessoas tenta resolver isso de fora para dentro:
mudar comportamento
“esforçar mais”
tentar reacender o desejo na marra
Mas ignora o básico:
O corpo precisa estar funcionando bem para responder bem
Sem isso, qualquer tentativa vira esforço… e não prazer e infelizmente, o outro sempre percebe e imediatamente, esfria.
O que pode começar a mudar isso
Não é sobre radicalismo. Mas pequenos ajustes já fazem diferença:
reduzir excessos alimentares do dia a dia, está mais que comprovado que a maioria de nós (sem limitações nutricionais, claro) come demais e isso se resolve, fazendo pequenos ajustes diários.
melhorar qualidade da gordura consumida, em lugar das saturadas: Abacate, oleaginosas, azeite extra virgem, a lista é grande e fácil de conseguir com o tio Google.
incluir alimentos que ajudam na circulação, como beterraba, alho, frutas cítricas, folhas verdes, pimenta caiena, chocolate amargo, peixes ricos em ômega-3, azeite de oliva e gengibre.
cuidar do sono, uma dica é não levar o celular para a cama, desligar a tv, diminuir a iluminação e apenas relaxar.
movimentar o corpo (mesmo que pouco) talvez andar algumas quadras antes de tomar um coletivo, sair do carro uns metros antes do destino, subir alguns degraus…
Parece simples? Acredite: Dá para listar as pessoas que realmente se preocupam com isso, no primeiro “brochei” correm para as pílulas mágicas, ignorando até mesmo a necessária ida ao médico, sem perceber que o que está bloqueando o desejo é tão somente as suas taxas lipídicas fora da normalidade.
O que quase ninguém te diz
Você não “perdeu” seu desejo.
Seu corpo pode estar sobrecarregado, lento e inflamado.
E quando o corpo muda…
a resposta muda junto.
Antes de culpar a relação… observe isso
Nem sempre o problema está no relacionamento.
Às vezes, o corpo só está pedindo ajuda. E quando você ajusta isso…
muita coisa volta naturalmente.
Energia.
Presença.
Conexão.
Porque no fim… não é só sobre saúde
É sobre se sentir vivo (a).
Presente.
Conectado consigo e com o outro. E isso começa de dentro.
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