Davi também declarou participar de um grupo de WhatsApp chamado “Segurança Ativada”. No mesmo depoimento, mencionou outro grupo, o “Segurança da Orla”, usado “apenas para serviços extras”, que seriam contratados por um policial militar. O acusado, no entanto, não detalha se o PM era administrador do grupo nem se ele participava diretamente da contratação dos seguranças. Já Jorge Luiz Dias, outro investigado no caso, afirmou ter sido contratado para fazer a segurança de estabelecimentos na Rua Duvivier.



