— Justiça com as próprias mãos, isso não existe. O trabalho é da polícia e ponto, entende? Por mais que eles já estejam presos, tem que dar continuidade a todo o processo, não deixar isso cair no esquecimento. Se depender de mim, não vai. Eu não vou parar, não vou desistir. Vou lutar até o fim pelo meu irmão — garantiu a Fabiana Motta Landeiro Hansen, 25 anos, uma das irmãs de Rafael. — Ele era muito protetor comigo, ainda mais por eu ser sua irmã mais nova, ser mulher. Uma pessoa muito tranquila, muito doce.



