Romário fala de seleção brasileira, traíras na política e vida aos 60 anos


O ex-atacante e senador Romário, campeão do mundo com a seleção brasileira em 1994, é o convidado da semana do “Toca e Passa”, o videocast do EXTRA. Nesta segunda-feira marcada pela convocação do técnico Carlo Ancelotti, o camisa 11 analisa as chances do país no Mundial, faz críticas ao elenco disponível e defende a inclusão de Neymar entre os 26 escolhidos.

— Neymar não vai estar tão ruim como eu estava em 1990, muito menos no auge como eu estava em 1994. Mas o Neymar tem um diferencial, ele ainda é muito respeitado no futebol mundial.. Não sei que tipo de relação existe dentro do grupo em relação ao Neymar, mas pelo que leio e ouço, os jogadores falam muito bem dele, querem ele na seleção. Se é realmente isso, eu levaria ele. Vai fazer bem para a seleção — disse.

Assista à íntegra do episódio com Romário:

Em um papo irreverente e polêmico, Romário — que estreou no domingo como colunista do jornal Extra e, na Copa do Mundo, escreverá também para O GLOBO — falou sobre sua trajetória no futebol, os 16 anos na política e a nova vida de idoso, aos 60.

— Sou um cara muito saudável e esse motivo me faz ser feliz. Sou um cara que pratico esportes, estou sempre fazendo exames necessários. Estou num momento da minha vida muito legal. Eu sou idoso. Idoso é idoso. Eu não me sinto idoso, mas eu sou. Não adianta querer escapulir disso ou fingir que não. Eu tenho 60 anos e alguns meses, eu sou idoso e é isso. Problema nenhum. Mas vou te falar: tem um monte de mais novinho aí que, porra… A disposição que eu tenho, poucos têm — afirmou.

O “Toca e Passa” é o videocast dos jornais O GLOBO e EXTRA em que personagens do mundo da bola analisam suas carreiras e debatem temas relevantes do futebol. Confira todos os episódios no YouTube, no Spotify ou no Apple Podcasts.



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