“Teremos mestres de várias partes do mundo, alguns vindo ao Rio pela primeira vez, para conversar, dividir conhecimento e apresentar seu trabalho. A ideia é tirar essa distância, democratizar ainda mais o acesso ao vinho e proporcionar uma experiência diferenciada, em que as pessoas possam conhecer as histórias que existem por trás de cada garrafa”, diz Dionísio Chaves.



