A Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro conta hoje com um grupo restrito de 17 padres oficialmente autorizados pelo Vaticano para a prática do exorcismo. Espalhados por diferentes vicariatos da capital, ou seja, regiões, esses sacerdotes atuam na fronteira entre a fé, a escuta pastoral e a saúde mental, atendendo fiéis que atribuem dores profundas — como depressão, luto, vícios e conflitos familiares — a fenômenos de origem espiritual. Todo atendimento, segundo a igreja católica, é acompanhando por psicológos e psicquiatras para descartar doenças mentais. O exorcismo só ocorre, após a certificação de que a pessoa precisa de uma cura espiritual. Por determinação das diretrizes da Igreja Católica, todo processo de escuta conta com a avaliação de psicólogos e psiquiatras para descartar diagnósticos de transtornos mentais. O ritual de exorcismo só é autorizado após médicos e religiosos atestarem que o caso exige uma intervenção exclusivamente espiritual.



