Um psíquico conhecido como “Profeta do Fim do Mundo” previu um “tipo de doença biológica” dias antes de uma pesquisadora russa do Instituto de Pesquisa Anti-Peste de Irkutsk, Sibéria e Extremo Oriente morrer vítima de Peste Bubônica, provocando lockdown na região.
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Até o momento, autoridades russas seguem negando qualquer ligação entre a doença que vitimou Darya Shipilova e seu trabalho no centro de pesquisa. Segundo o Daily Star, ela teria quebrado acidentalmente um tubo de testes contendo a bactéria Yersinia pestis.
Mais de 200 pessoas que teriam tido contato com Shipilova estariam sob observação médica.
Cerca de uma semana antes da morte de Shipilova, no primeiro dia de outubro, Craig Hamilton-Parker, o “Profeta do Fim Do Mundo”, publicou um vídeo em que ele previa que um surto afetando o peito e os pulmões estava a caminho.
Na seção “Aviso de Outra Futura Pandemia” de um vídeo publicado no dia 24 de setembro, Craig relata que dois monges tibetanos apareceram “de surpresa” em sua casa e teriam dito que esse surto seria “diferente”.
“Seria mais como um tipo de doença biológica, muito mais difícil de controlar. Esta é muito mais perigosa, porque pode se espalhar muito mais rapidamente”, diz o “Profeta”.
Segundo ele, os monges saberiam da cura para o surto escondida em textos antigos — e que se esperava que a humanidade a impedisse: “Então, se isso acontecer de novo, pessoal, fiquem tranquilos, nós vamos vencer. Nós vamos derrotar essa praga.”
Craig, que ficou famoso ao afirmar ter previsto — com certa precisão — a pandemia de COVID-19 e a morte da Rainha Elizabeth IIa, firma que a principal razão para a humanidade conseguir “vencer” essa pandemia seria o uso de ferramentas de inteligência artificial
Praga foi comparada com início da pandemia de COVID-19
A quarentena imposta a cerca de 200 pessoas está sendo comparada ao que ocorreu em Wuhan (China), o marco zero da pandemia de Covid-19, após morte ligada à doença.
“A situação em Shelekhov, na região de Irkutsk — onde foi decretada quarentena devido à peste —, lembra o caso de Wuhan”, postou o influente canal russo “Nezygar”, conhecido por divulgar informações de bastidores políticos.
Enquanto isso, o governador regional, Igor Kobzev, evitou identificar a doença — referindo-se a ela apenas como “uma doença infecciosa perigosa” — e cancelou todos os eventos públicos na região.
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