Apesar disso, a massa de rendimentos femininos aumentou de 33,7% para 35,2%, ainda abaixo do necessário para acompanhar sua presença no emprego. Para alcançar esse equilíbrio, seriam necessários mais R$ 95,5 bilhões em rendimentos. Segundo a Subsecretaria de Estatística e Estudos do Trabalho do MTE, uma elevação de 10,6% nessa massa salarial poderia impulsionar o consumo das famílias e reduzir a desigualdade, “mas isso representa custo para as empresas, o que as torna mais resistentes a promover essas mudanças”.



