Segundo as investigações, o grupo teria cometido ao menos 11 roubos em apenas sete dias, entre meia-noite e 6h, tendo como principais alvos trabalhadores e estudantes que estavam a caminho de casa ou do trabalho. Durante as abordagens, os criminosos diziam ser policiais para reduzir a reação das vítimas e facilitar o roubo de celulares.



