PMs monitoraram empresário morto na Pavuna e usaram drone para observar o carro


Pouco mais de 30 minutos antes dos disparos, às 2h33 do dia 22 de abril, os dois agentes hoje presos pelo crime — o sargento Rafael Assunção Marinho e o cabo Rodrigo da Silva Alves, ambos do 41º BPM (Irajá) — pararam a viatura e começaram a conversar com um homem à paisana, do lado de fora do carro. “Aí, não quer ajudar a gente, não?”, perguntou Assunção. Em seguida, o PM mostrou a tela do celular ao interlocutor e disse que estava monitorando uma moto: “Tá andando pra lá e pra cá na Estrada de Botafogo, não sei se tá com fuzil”. O homem à paisana respondeu: “Quem tá aqui é quem vai entrar agora, cinco horas” — ou seja, ele era um policial que integrava uma equipe do batalhão que só assumiria formalmente o plantão dali a mais de duas horas.



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