As recentes investigações da Polícia Federal que apuram as ligações entre o crime organizado, política e administração pública do Rio apontam que parte das estruturas de Defesa do Consumidor estavam sendo usadas para auxiliar as atividades criminosas, como o vazamento de informações sigilosas. Nesta quinta-feira, a Polícia Federal deflagrou mais uma etapa da operação Unha e Carne, mirando um grupo acusado de montar um cartel de postos de combustíveis e lavar dinheiro nessas empresas. A ação prendeu o deputado estadual eleito Marcio Canella (União), o ex-secretário de Polícia Civil Marcus Amim e outros agentes da Polícia Civil fluminense. No relatório, os delegados da PF ainda apontam que a organização criminosa conseguia informações antecipadas das fiscalizações de postos do grupo dos Procons estadual e municipal da capital.




