A apuração começou após a divulgação de áudios revelados pela TV Mirante, afiliada da TV Globo no Maranhão, atribuídos à empresária, nos quais ela relata as agressões e diz que não foi levada à delegacia por conhecer um policial. Em uma das falas, ela afirma: “Veio um policial que me conhecia. Sorte minha, né? E sorte dela também. Aí eu expliquei para ele o que tinha acontecido. Aí ele disse: ‘Carol, se não fosse eu, eu teria que te conduzir para a delegacia, porque ela está cheia de hematomas’. Aí eu disse: ‘era para ter ficado era mais, não era para ter saído viva’”.



