— Para mim, foi uma alegria muito grande, uma honra. Nunca vesti uma roupa de baiana, e (a primeira vez foi) justamente uma roupa de baiana no Império Serrano, uma escola de tradição, de raiz. E a ala das baianas é justamente uma das alas mais tradicionais da escola. O giro da baiana, de certa forma, segundo a professora Leda Martins, simboliza o tempo africano — observa Conceição sobre o ensaio. — Foi uma experiência que, sem sombra de dúvidas, me traz toda uma memória ancestral.



