Para escapar da fiscalização sanitária, os sócios afirmavam que a empresa funcionava apenas como um “simples escritório” administrativo, obtendo licenciamento simplificado. Mas, na realidade, o imóvel operava, de acordo com a polícia, como depósito clandestino e centro de distribuição de medicamentos, sem qualquer controle de temperatura, armazenamento adequado ou autorização específica para esse tipo de atividade.



