Na entrevista, Renato relembrou que o interesse pela bebida surgiu quando ganhou o guia Hugh Johnson’s Pocket Wine Book, nos anos 1970. De lá para cá, não vive sem a edição atualizada e chegou a escrever o prefácio da versão brasileira de 2008. “O que me arrebatou, em um primeiro momento, foi a redação dos verbetes. Assim como diz um personagem de Eça de Queiroz, meu escritor preferido, eu sou um apaixonado pela bela frase. E por vinhos”.



