— Qualquer mudança tem esperanças e tem medos. Do mesmo jeito que houve a esperança de ter férias remuneradas ou não, 13º salário ou não. Obviamente, isso vai trazer processos de ajustes, e esses ajustes serão desenvolvidos no dia a dia, como acontece com qualquer outra mudança, quando, por exemplo, você fecha caixas nos supermercados para substituí-los por caixas de autosserviço — explica Meirelles.



