Ainda em dezembro, o plenário da Alerj revogou a prisão preventiva de Bacellar, que precisou se afastar da presidência e usar tornozeleira eletrônica. No fim de março, no entanto, Bacellar voltou a ser preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar seu mandato.



