A crise teve início após Michelle defender que a vereadora Priscila Costa (PL-CE), vice-presidente nacional do PL Mulher e uma de suas principais aliadas, fosse contemplada com uma das vagas ao Senado pelo Ceará. A articulação pela direção estadual do partido, no entanto, caminhou em outra direção, abrindo espaço para uma composição envolvendo o grupo político de André Fernandes e setores ligados ao ex-ministro Ciro Gomes (PSDB).



