Uma médica de Ohio que publicou estudo sobre “adolescentes violentos e homicidas” foi morta a tiros pelo namorado da sua filha, de 18 anos, e por um amigo dele, num plano criado por ela para matar os pais, de acordo com a polícia.
Tamela Dutcher foi baleada no rosto por Christian Evans e Dajameous Payne durante uma invasão à sua casa, no condado de Delaware (Ohio, EUA), em 14 de agosto, conforme consta do boletim de ocorrência obtido pelo “NY Post”.
A vítima estava sentada no sofá da sala quando Christian e Dajameous invadiram a casa e dispararam um único tiro logo após a meia-noite, informou a emissora WBNS. Não se sabe ainda quem foi o autor do disparo.
O marido de médica correu para socorrer a esposa ao ouvir o disparo. A dupla de invasores abriu fogo contra ele, mas erraram o alvo e fugiram da residência.
Paramédicos foram ao local, e Tamela chegou a ser levada a um hospital próximo, mas não resistiu ao ferimento.
A polícia afirma que a filha dos Dutcher, Bryanna Dutcher, de 18 anos, arquitetou o suposto atentado contra os pais após uma discussão com a mãe sobre tarefas domésticas que ela deveria ter realizado mais cedo naquele dia.
Bryanna mantinha um relacionamento escondido com Christian porque não queria que os seus pais — descritos por ela como “muito racistas” — soubessem que ela namorava um homem negro, temendo ser expulsa de casa, de acordo com um depoimento policial obtido pelo canal Oxygen.
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Médica que estudava 'adolescentes homicidas' é morta em plano elaborado pela filha, de 18 anos



