Executiva nacional mantém Wellington Luiz na presidência regional, mas retira dele o poder sobre alianças e coligações
A Executiva Nacional do MDB interveio nesta quinta-feira (11/6) na crise do diretório do Distrito Federal. Em reunião de emergência, a cúpula nacional decidiu manter o deputado distrital Wellington Luiz na presidência regional do partido, mas criou uma comissão especial para controlar as discussões sobre alianças e coligações eleitorais.
A medida esvazia parte dos poderes de Wellington Luiz e representa uma vitória do deputado federal Rafael Prudente, que vinha articulando o movimento interno.
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Segundo Prudente, a decisão busca garantir “independência e autonomia” ao partido. “É uma sinalização de que o MDB é um partido forte e unido, que não aceita ser subjugado e conduzido à revelia”, declarou.
A comissão especial será coordenada por Rafael Prudente e composta por três deputados federais da Executiva Nacional, o próprio Prudente e Wellington Luiz. A mediação ficará a cargo do líder do MDB no Congresso, Isnaldo Bulhões, designado pelo presidente nacional Baleia Rossi.
A crise explodiu após parlamentares emedebistas cobrarem maior participação nas articulações eleitorais. O pano de fundo é a relação desgastada entre o ex-governador Ibaneis Rocha (MDB), pré-candidato ao Senado, e a governadora Celina Leão (PP). Celina tem feito críticas à gestão anterior, especialmente sobre o BRB, e anunciou apoio às pré-candidaturas de Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (PL) ao Senado.
Confira a nota do partido:

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A cúpula nacional também demonstrou preocupação com os desdobramentos das investigações envolvendo o caso BRB/Master e uma possível delação de Paulo Henrique Costa.
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