A discussão sobre o ajuste fiscal ocorre em meio ao avanço da dívida pública durante o terceiro mandato de Lula. Segundo dados do Banco Central, a dívida bruta do governo geral passou de 71,7% do Produto Interno Bruto (PIB), em dezembro de 2022, antes da posse do petista, para 82,9% em setembro deste ano, o equivalente a R$ 11,1 trilhões. O aumento de 11,2 pontos percentuais levou o endividamento ao maior patamar desde 2021, pressionado principalmente por gastos com juros e déficits nas contas públicas.




