Justiça absolve Padrinho Paulo Roberto, e aponta relação consensual; líder do Santo Daime foi acusado de violação sexual


Ao GLOBO, Jéssica contou que foi convidada, em 2020, para ser assistente pessoal de Paulo Roberto, quando ele propôs a ela atendimentos espirituais e pediu confidencialidade. Como consta nos autos, ela alegou que ele a fazia acreditar que os atos sexuais eram parte de um “processo de cura espiritual”. A primeira abordagem teria ocorrido em abril de 2022. Seu então chefe, diz ela, sugeriu uma reunião sigilosa, sob o pretexto de uma “terapia bioenergética” para desbloquear traumas resultantes de um abuso que ela havia sofrido anteriormente. De acordo com Jéssica, as sessões evoluíram para atos libidinosos e, posteriormente, conjunção carnal. Em algumas ocasiões, sustenta ela, os atos ocorreram sob o efeito de “substâncias entorpecentes”, que o acusado alegava serem auxiliares no “tratamento curativo”. Ela narra ainda que, sempre que manifestava o desejo de interromper o suposto tratamento, o líder religioso, apoiando-se na fragilidade emocional dela, a manipulava, argumentando que as práticas eram cruciais para a cura ou que ela estava sob um “ataque espiritual” para afastá-la de sua missão.



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