O Fluminense divulgou uma nota oficial para criticar a arbitragem do clássico, que terminou com a vitória do Flamengo por 1 a 0, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. O clube reclamou de dois lances que, em sua avaliação, tiveram interferência direta na partida: a não expulsão de Erick Pulgar por entrada em Rodrigo Castillo, ainda no primeiro tempo, e um possível pênalti de Alex Sandro em Savarino na etapa final.
“O árbitro Rafael Klein, bem posicionado para avaliar a jogada, optou por não aplicar o cartão vermelho que a regra determina. Mais grave ainda foi a omissão do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, que dispunha de todos os recursos para corrigir o erro e preferiu se calar”, diz um trecho da nota.
No primeiro lance, o Fluminense afirma que o árbitro Rodrigo Klein deveria ter dado cartão vermelho para Pulgar – foi marcada falta e aplicado cartão amarelo. O clube também questiona a atuação do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, por não recomendar a revisão da jogada. O tricolor também considerou que Alex Sandro derrubou Savarino dentro da área sem disputar a bola. Na nota, o clube afirmou que erros dessa natureza alteram a dinâmica da partida e podem influenciar diretamente o resultado.
“E como se um erro claro não fosse o suficiente, o árbitro ainda ignorou um pênalti de Alex Sandro em Savarino no segundo tempo. O atleta do Flamengo em nenhum momento disputou a bola e derrubou o jogador tricolor dentro da área, mas nada foi marcado”, diz outro trecho.
Confira a nota oficial do Fluminense na íntegra:
“O Fluminense FC lamenta que, mais uma vez, o maior clássico do Brasil tenha sido manchado por dois erros claros de arbitragem. Ainda no primeiro tempo, o atleta Erick Pulgar, do Flamengo, atingiu o joelho do atacante Rodrigo Castillo com a sola da chuteira, numa entrada violenta que colocou em risco a integridade física do jogador tricolor. O árbitro Rafael Klein, bem posicionado para avaliar a jogada, optou por não aplicar o cartão vermelho que a regra determina. Mais grave ainda foi a omissão do VAR, comandado por Daniel Nobre Bins, que dispunha de todos os recursos para corrigir o erro e preferiu se calar.
A tolerância com esse tipo de conduta é um incentivo à deslealdade e uma ameaça a quem está em campo. Zelar pela integridade de quem joga é o mínimo que se espera de quem tem a responsabilidade de aplicar as regras.
E como se um erro claro não fosse o suficiente, o árbitro ainda ignorou um pênalti de Alex Sandro em Savarino no segundo tempo. O atleta do Flamengo em nenhum momento disputou a bola e derrubou o jogador tricolor dentro da área, mas nada foi marcado.
Não aplicar as regras implica em mudar a dinâmica de uma partida e, consequentemente, influenciar seu resultado. E isso não podemos permitir”




