A Federação Internacional de Basquete (Fiba) lamentou, neste sábado, a morte de Oscar Schmidt, “uma lenda do basquete” e um “ícone nacional brasileiro”, segundo o secretário-geral da entidade, Andreas Zagklis. O “Mão Santa” faleceu na sexta-feira, aos 68 anos. Ele faz parte do Hall da Fama da Fiba.
— A profunda tristeza com a notícia do falecimento de Oscar foi sentida muito além da comunidade global do basquete, assim como a personalidade carismática de Oscar transcendeu as quadras — disse Andreas Zagklis.
— Para nós, Oscar era uma figura emblemática do nosso esporte, uma lenda do Basquete da FIBA, um cestinha por excelência; mas para o mundo todo, ele também era um ícone nacional brasileiro e uma inspiração para jovens atletas em todos os lugares. Nossos pensamentos estão com sua família, seus amigos e com todos aqueles que o amavam e admiravam.
Oscar teve um mal-estar e foi internado no Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em São Paulo, na tarde de sexta-feira. O ex-jogador lutava contra um câncer no cérebro desde 2011.
Oscar Schmidt é o recordista brasileiro em participações olímpicas, com cinco edições seguidas, e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
Na época, o regulamento da Fiba vetava que atletas da NBA disputassem suas competições, consideradas formalmente amadoras. Oscar preferiu abriu mão de uma oportunidade de jogar na liga norte-americana para seguir defendendo a seleção brasileira.



