“Veio uma senhorinha de serviços gerais, e ela falou: ‘Preciso que você saia do banheiro, ele está pedindo’. Ela me levou até o segurança, e ele disse: ‘Ah, borther, olha pra mim e olha pra você, né, pelo amor de Deus’. Eu entendi que ali existia uma barreira gigantesca entre a gente. Então não valia a pena dialogar naquele momento. Então eu virei minhas costas, sofri, doeu, dói muito. O que as pessoas acham que a gente vai fazer no banheiro? Eu estava sentada esperando umas amigas. A gente vai fazer necessidade, se olhar no espelho”, disse Gabriela para a rádio “JB FM”.




