No primeiro processo do caso, Lorna, executiva da divisão de Financiamento Alavancado do JPMorgan, era acusada de coagir o funcionário júnior, que é casado, a praticar “atos sexuais não consensuais e humilhantes” durante meses, apesar de seus apelos para que ela parasse. A vítima alega que Lorna admitiu tê-lo drogado com Flunitrazepam, medicamento usado em golpes conhecidos como de “Boa noite, Cinderela”, em diversas ocasiões.



