— Nunca tinha ouvido falar em dorama. Comecei a assistir, mas não é muito a minha praia. De todo modo, é interessante porque é uma volta a um romantismo e a uma delicadeza. Tem um tom mais lento — avalia ele, que compara: — A gente está num outro extremo, do descuido. Então, eu acho que a gente tem que voltar a equalizar. Por isso, estou tentando botar no Edvaldo muito desse cuidado com o outro. Ele tá no caminho certo e não ultrapassa os limites.



