Uma das conversas interceptadas pela Polícia Civil que expõe a ascendência dos chefes do Rio sobre seus pares de outros estados aconteceu no final de fevereiro de 2025, pouco depois de o CV fechar um acordo de trégua com o Primeiro Comando da Capital (PCC), com quem disputava territórios e rotas há mais de dez anos. Na ocasião, um criminoso de Rondônia, integrante da cúpula do CV no estado, reportou a Edgar Alves de Andrade, o Doca, chefe do tráfico do Complexo da Penha, foragido há mais de uma década, um caso de agressão a integrantes da facção por faccionados do PCC na Penitenciária Edvan Mariano Rosendo, em Porto Velho. “Os irmãos de Rondônia se encontram indignados com esses camaradas que não honram a palavra e querem uma solução”, escreveu o rondoniense.



