Neurociência e IA já são usadas para mapear rostos e detectar reações à publicidade nas telas


Desde o fim da década passada, o mercado passou a questionar todas essas premissas e a especular se a pessoa está, de fato, conectada ao conteúdo. Foi quando o neuromarketing — a nuerociência aplicada à propaganda —surgiu para aferir melhor a reação das pessoas aos estímulos ao consumo, explica Billy Nascimento, cofundador da Forebrain, empresa pioneira em pesquisa de neuromarketing no Brasil e que tem marcas multinacionais como Santander e Leroy Merlin entre os clientes:



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