Nele, a estrutura do documento é mantida, mas são trocadas nome, foto e outras informações para criar diferentes versões adulteradas. Na prática, em vez de produzir uma falsificação do zero a cada tentativa, os criminosos reaproveitam a estrutura dos modelos e modificam apenas os dados necessários. Segundo a Serasa Experian, a inteligência artificial pode tornar esse processo ainda mais rápido.



