Banho de chaleira e comida enlatada: Em meio à polêmica de livro, Tamara Klink volta ao mar com o Sardinha 2

O nome de Tamara Klink foi um dos mais comentados nos últimos dias. Nas redes sociais, ela dividiu opiniões ao compartilhar um vídeo no qual pedia que as pessoas emprestassem e doassem seu livro em vez de comprá-lo. “Bom dia, inverno”, da navegadora e escritora, está na lista dos mais vendidos do Brasil há semanas, e o apelo soou como ofensa a muitos autores e editoras que dependem da venda de livros.
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A polêmica acontece justamente quando Tamara está em uma nova expedição. Mais uma vez solitária. Somente ela e seu barco Sardinha 2, companheiro de aventuras e jornadas, e cenário para o best-seller.
Do meio do Oceano Pacífico, Tamara pediu desculpas aos colegas escritores, incentivando a compra de seus livros e tentando se explicar. É de lá que ela também faz um novo diário de bordo, desde que chegou ao Alasca para buscar a embarcação.
Tamara Klink retorna ao barco Sardinha 2 para nova expedição solitária
rep/ instagram
Desta vez, os fãs e leitores de Tamara podem acompanhar a viagem em tempo real, através de um link na bio de seu perfil no Instagram. Por lá dá para saber em que parte do planeta a filha do navegador Amiyr Klink está, a quantos nós navega, em que temperatura e qual a direção dos ventos.
O barco Sardinha 2
rep/ instagram
A maior curiosidade de quem a acompanha, porém, vem da rotina no veleiro. O dia a dia de Tamara tem zero luxo. Ela tem jornadas fracionadas de sono, cerca de 20 minutos cada, tiradas num pequeno banco acolchoado na “sala”.
O barco Sardinha 2
rep/ instagram
O cômodo é dividido com a pequena cozinha, equipada com fogão e compartimentos onde se guardam as comidas enlatadas. Por conta da navegação, o fogão se mexe ao sabor das ondas. Banho, a uma temperatura que muitas vezes pode estar abaixo de zero, só mesmo de chaleira, e do lado de fora do Sardinha 2. Mesmo que pareça congelante.
O barco Sardinha 2
rep/ instagram
Ainda dentro do barco há uma pequena mesa e nenhuma cadeira solta. Lá dentro, ela carrega uma placa de energia solar, bote, panos de prato e pegadores de panelas, frigideira, utensílios domésticos, ferramenta, spray contra ursos (ela encontrou um urso polar na sua expedição de inverno) e vinagre, que vem usando contra os mosquitos que infestaram o Sardinha 2 após uma tempestade.
O barco Sardinha 2
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Em suas narrativas, Tamara ainda chama atenção para os efeitos climáticos que vem acompanhando de perto.
“Navego em um lugar fabricado por placas tectônicas e geleiras derretidas. Na carta, as montanhas são amebas planas amarelas. No mar, são fronteiras altas, dentadas, secas, estriadas, cobertas de branco ou de verde. Nas pessoas, são saudades: ‘meu irmão e eu esquiávamos numa geleira enorme que tinha ali’, ‘ninguém nunca tinha visto aquela montanha até no ano passado, era só gelo’, ‘quando eu era criança, o gelo ia até ali, no mar, onde agora é pedra e pasto’. O que falta para as pessoas que decidem o futuro escolherem as vidas e não as coisas?”.
O barco Sardinha 2
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O barco Sardinha 2
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O barco Sardinha 2
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O barco Sardinha 2
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O barco Sardinha 2
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Tamara Klink retorna ao barco Sardinha 2 para nova expedição solitária
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Tamara Klink retorna ao barco Sardinha 2 para nova expedição solitária
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Tamara Klink retorna ao barco Sardinha 2 para nova expedição solitária
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Tamara Klink retorna ao barco Sardinha 2 para nova expedição solitária
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Tamara Klink retorna ao barco Sardinha 2 para nova expedição solitária
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