A prisão dos MCs Ryan SP e Poze do Rodo, na operação Narco Fluxo, expôs mais um esquema que usa criptomoedas para movimentar e ocultar recursos de origem ilícita. Ao lado da operação Carbono Oculto, que desarticulou um esquema bilionário de sonegação e lavagem de dinheiro com ramificações na Faria Lima, o centro financeiro de São Paulo, e de ao menos outras duas grandes ações nos últimos meses, os casos mostram um padrão consolidado. O dinheiro em espécie abriu espaço para os ativos digitais, e o blockchain virou um labirinto para o crime organizado.



