A neuropsicóloga Luísa Sabino Cunha, especialista em dependência digital, explica que essas produções são criadas para gerar gatilhos cerebrais e prender a atenção. Segundo ela, os usuários retornam repetidamente para consumir o conteúdo, muitas vezes sem perceber, devido a um processo de condicionamento cerebral. A pesquisadora afirma que, em muitos casos, quem assiste experimenta uma sensação de bem-estar e, por isso, tende a se engajar cada vez mais. Como resultado, o comportamento se torna repetitivo. Ela também alerta sobre a falsa sensação de um conteúdo seguro:



