A volta de Jorginho, agora com Plata na ponta, e Carrascal atuando na “ponta-de-lança” mais próximo a Pedro, devolveram ao Flamengo a dinâmica que o torna um conjunto difícil de ser anulado. Foi a melhor atuação do time de Leonardo Jardim neste segundo recorte sem Arrascaeta. O Bahia de Rogério Ceni praticamente não jogou. Sentiu a pressão, perdeu-se na marcação, e os gols da justa vitória rubro-negro saíram com naturalidade.




