Sobreviver não garante salvação – o caso sem precedente de Christa, que sobreviveu a duas doses de pentaorbital, não significa que ela esteja salva. Trata-se de uma obrigação legal. Ela foi condenada à morte, e isso, à luz da Justiça, precisa ocorrer. Os seus advogados, entretanto, alegam que o procedimento já foi realizado e que ninguém pode ser executado duas vezes. Há uma “opção”: que a condenada receba prisão perpétua e, finalmente, morra atrás das grades.




