A suspeita de que policiais militares tenham confundido colegas de farda com criminosos e disparado contra eles, matando um subtenente do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), levanta questionamentos da família da vítima sobre a atuação dos agentes envolvidos. Ex-mulher de Gláucio Marcelo Fonseca da Silva, de 54 anos, morto no domingo durante uma ocorrência em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, Aline Viana cobra explicações sobre como os PMs do 18º BPM não teriam identificado os integrantes da tropa de elite. Segundo ela, a presença do Bope na região havia sido comunicada, o que aumenta as dúvidas sobre as circunstâncias do tiroteio.




